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segunda-feira, 30 de maio de 2011

domingo, 29 de maio de 2011

Fábula O corvo e o pavão




O Corvo e o Pavão

O pavão, de roda aberta em forma de leque, dizia com desprezo ao corvo:
▬ Repare como sou belo! Que cauda, hein? Que cores, que maravilhosa plumagem! Sou das aves a mais formosa, a mais perfeita, não?
▬ Não há dúvida que você é um belo bicho -- disse o corvo. Mas, perfeito? Alto lá!
▬ Quem quer criticar-me! Um bicho preto, capenga, desengraçado e, além disso, ave de mau agouro... Que falha você vê em mim, ó tição de penas?
O corvo respondeu:
▬ Noto que para abater o orgulho dos pavões a natureza lhes deu um par de patas que, faça-me o favor, deu um par de patas que, faça-me o favor, envergonharia até a um pobre diabo como eu...
O pavão, que nunca tinha reparado nos próprios pés, abaixou-se e contemplou-os longamente. E, desapontado, foi andando o seu caminho sem replicar coisa nenhuma.
Tinha razão o corvo: *não há beleza sem senão*.

(Monteiro Lobato. *Fábulas*. São Paulo, Brasiliense, 1994. p. 30.)

Estudo do texto
1. Quais são as personagens dessa história?
________________________________________________________________________________
2. O que significam as expressões em destaque:
a) "*O pavão, de roda aberta em forma de leque*, dizia com desprezo ao corvo:"
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
b) "(...) Mas, perfeito? *Alto lá*!"
________________________________________________________________________________ c) "(...) capenga, desengraçado e, além disso, *ave de mau agouro*..."
________________________________________________________________________________
3. Pinte as falas presentes no texto.
a) O que você observou para descobrir quais são as falas?
________________________________________________________________________________
4. Copie do texto as palavras que caracterizam a beleza do pavão.
_______________________________________________________________________________
5. Quem aponta as características do pavão?
_______________________________________________________________________________
6. Agora, copie as palavras que caracterizam a aparência do corvo
_______________________________________________________________________________
7. Quem aponta as características do corvo?
______________________________________________________________________________
8. Agora, caracterize o jeito de agir do pavão.
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
9. O que o corvo disse que deixou o pavão triste e desapontado?
_____________________________________________________________________________
10. O que você entendeu da conclusão da história: "não há beleza sem senão"?
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Fábula O corvo e o pavão- Interpretação textual




O Corvo e o Pavão
 
  O pavão, de roda aberta em forma de leque, dizia com desprezo ao corvo:
 ▬ Repare como sou belo! Que cauda, hein? Que cores, que maravilhosa plumagem! Sou das aves a mais formosa, a mais perfeita, não?
  ▬ Não há dúvida que você é um belo bicho -- disse o corvo. Mas, perfeito? Alto lá!
  ▬ Quem quer criticar-me! Um bicho preto, capenga, desengraçado e, além disso, ave de mau agouro... Que falha você vê em mim, ó tição de penas?
  O corvo respondeu:
  ▬  Noto que para abater o orgulho dos pavões a natureza lhes deu um par de patas que, faça-me o favor, deu um par de patas que, faça-me o favor, envergonharia até a um pobre diabo como eu...
  O pavão, que nunca tinha reparado nos próprios pés, abaixou-se e contemplou-os longamente. E, desapontado, foi andando o seu caminho sem replicar coisa nenhuma.
  Tinha razão o corvo: *não há beleza sem senão*.
 
(Monteiro Lobato. *Fábulas*. São Paulo, Brasiliense, 1994. p. 30.)
 
Estudo do texto
 1. Quais são as personagens dessa história?
________________________________________________________________________________
 2. O que significam as expressões em destaque:
 a) "*O pavão, de roda aberta em forma de leque*, dizia com desprezo ao corvo:"
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
 b) "(...) Mas, perfeito? *Alto lá*!"
________________________________________________________________________________ c) "(...) capenga, desengraçado e, além disso, *ave de mau agouro*..."
________________________________________________________________________________
 3. Pinte as falas presentes no texto.
 a) O que você observou para descobrir quais são as falas?
________________________________________________________________________________
 4. Copie do   texto as palavras que caracterizam a beleza do pavão.
_______________________________________________________________________________
 5. Quem aponta as características do pavão?
_______________________________________________________________________________
 6. Agora, copie as palavras que caracterizam a aparência do corvo
_______________________________________________________________________________
 7. Quem aponta as características do corvo?
______________________________________________________________________________
 8. Agora, caracterize o jeito de agir do pavão.
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
9. O que o corvo disse que deixou o pavão triste e desapontado?
_____________________________________________________________________________
 10. O que você entendeu da conclusão da história: "não há beleza sem senão"?
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Pedido de Desculpas

Olá  , me desculpem  estava tentando dar uma organizada no blog e sem querer acabei excluindo os seguidores.
Mas se quiserem seguir novamente eu agradeço.

Ações diárias que salvam o planeta

Prova Brasil 5º ano de matemática para baixar




Problemas e analisando a multiplicação - Google Docs

SITUAÇÕES problemas para casa e para sala de aula.doc - Google Docs

sábado, 28 de maio de 2011

Teatro sobre água e a sua importância






PERSONAGENS:
A água
O ecologista
O sol
várias crianças



DESENVOLVIMENTO


1ª Personagem — Uma menina representando a Água

FALA:
— Há, como é triste ser Água...!
— Fui feita para matar a sede, limpar, lavar, repor energia, dar vida!
— Vejam como estou agora:
* Fraca, cada vez mais poluída, indefesa.
— Não sei o que fazer!

2 ª Personagem – Um menino, representando um Ecologista

FALA:
— É amiga Água, tenho brigado muito para te defender, mas são poucos os que me escutam. Alguns homens se reúnem, discutem, falam em te proteger, que estão preocupados em evitar que te maltratem tanto, que acabes sumindo da terra, mas são muitos, os que não estão, nem ai para você.
— Não fique triste minha amiga, eu vou continuar lutando para despertar nos homens, a consciência pela tua importância. Mostrar para eles que sem você é impossível a vida na terra, para qualquer ser vivo.
3ª Personagem – (Menino ou menina) O Sol
FALA:
— É, eu estou decepcionado com a humanidade.
— Agora, com a escassez de água, tenho que aumentar o meu calor.
— Não consigo me controlar.
— Estou fazendo mal a terra, sem querer.
2ª FALA DA ÁGUA
— Vejam meus amigos, já não consigo nem sequer seguir meu ciclo normalmente, pois falta EU, a água, muitas vezes...
— Eu tenho que estar nos corpos para sair no suor.
- Eu tenho que estar nas plantas e nos animais, para sair em vapor
- Tenho que subir para a atmosfera, ser aquecida pelo meu amigo SOL, virar nuvens fofinhas.
--Tenho que ficar geladinha, pesada, tão pesada que desça de lá como chuva. Ah, como é gostosa essa brincadeira, traz vida e felicidade aos seres vivos.
— Por favor!!! Cuidem de mim, eu não quero acabar, e chora.

RETORNAM AO PALCO: O SOL, ECOLOGISTAS E OUTROS PERSONAGENS.

Ao redor da água, começam a cantar:

A Água é minha amiga
Com ela posso contar
Pra lavar e tomar banho
E minha sede matar
Vamos todos protegê-la
E a natureza preservar
Resgatar suas nascentes
Para ela não faltar
Não fique triste amiga Água
De você vamos cuidar
Conscientizar a humanidade
Para a vida que nos dás



Três dicas para proteger a água
1ª Não deixar a torneira aberta enquanto escovar os dentes;
2ª Não demorar no banho;
3ª Não desperdiçar água ao lavar carros e calçadas.

Você Sabia?
Que lavar roupa em um tanque por 15 minutos, consome 135 litros de água?Solução: Juntar roupa na água para lavar de uma só vez e enxaguar todas ao mesmo tempo sem a torneira o tempo todo aberta.
Escovar os dentes em 5 minutos com a torneira aberta, gasta 80 litros de água?
Solução: Se fechar a torneira enquanto escova os dentes. Economiza-se 79 litros de água.
Um banho de chuveiro de 30 minutos consome 243 litros de água?
Solução: Fechando o registro enquanto nos ensaboamos, gastaremos apenas 81 livros de água.
Lavar a louça por 15 minutos com a torneira aberta, gasta 243 litros de água?
Solução: Fechar a torneira para ensaboar a louça, gasta-se 20 litros de água.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Ortografia L ou U ?





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Intepretação de texto 4 º ano para imprimir

   

 

Fantasmas chateados


            Ela entrou. Subiu as escadas, curiosa para saber de onde vinha aquele gemido. Camila ficou gelada quando ouviu “UUUUUUU”, que saia do velho quarto. Olhando lá dentro, não acreditou: dois fantasmas conversavam, queixando-se assim: “UUUUUU”.
            Eles não viram Camila e, muito tristes, contavam caso:
            - Que solidão!. Como é chato ser fantasma. Ninguém liga mais, ninguém toma susto ...
            - É mesmo! Fantasma é coisa de antigamente. Que falta de respeito!
            Camila, sem fôlego, ouvia aquele papo fantasmagórico:
            - O terror virou moda. O pessoal adora filmes de espanto!
            - Pois é! Usam esses penteados punks, pinturas na cara, roupas dark e ouvem rock---horror! Até novela de vampiro já fizeram! Assim não temos mais chance!
            - Ontem fui assombrar a vizinha e levei a maior bronca: “Luizinho, não suje o lençol!”
            - Pô meu, e eu, lá no escuro do cinema, querendo pregar susto. Pensaram que eu fosse anuncio de filme de ficção!
            - UUUUUUUUU!! Que humilhação! Vamos para o cemitério curtir as mágoas numa cova funda.
            Camila desceu a escada. Foi para casa de cabelo em pé. Não conseguiu dormir. Que medão! Mas também que pena! Até assombração merecia ser feliz. De repente teve uma idéia. O parque de diversões ficava tão perto do casarão ... e então ...
            Na outra noite, Camila voltou e gritou bem alto:
            - Seu fantasma bobão! Cara de melão! Não me pega não!
            Lá de cima veio um “UUUUUUU” muito ofendido. A menininha correu em direção ao parque. Atrás dela vinham os fantasmas.
            - Para menina atrevida! Vou lhe dar um sermão sobrenatural! Um pito paranormal!
            Camila entrou voando no parque e os fantasmas vieram atrás. Ela saiu pela frente, mas eles não. Foi por ali mesmo que quiseram ficar. A menina havia levado seus “amigos solitários” para a Casa do Terror do parquinho. Num lugar cheio de pessoas que se divertiam com sustos, podiam esbanjar seus dons fantasmagóricos. As pessoas riam com os sustos de brincadeira e Camila pensava:
            - Se eles soubessem que aqui tem fantasmas de verdade ....

Rogério Borges.

          Interpretação – Fantasmas  chateados

1. Na sua opinião, por que Camila não conseguia acreditar que havia fantasmas no quarto?

2. Por que razão os fantasmas estavam tão tristes?

3. Para eles, o que indicava que as pessoas já não tinham mais medo de fantasmas?

4. Qual a solução encontrada por eles para curtir a tristeza?

5. De que maneira Camila voltou para casa?

6. Qual a solução encontrada por ela para acabar com a tristeza dos “amigos”?

7. Ao dizer para Camila que ia lhe fazer um sermão “sobrenatural” o fantasma quis dizer que o sermão seria:
(     muito violento       (    ) de outro mundo         (    ) muito amigável

8. A atitude de Camila ao ajudar o fantasma foi de:
(     solidariedade                (    ) medo                               (    ) irritação

9. Procure no texto os adjetivos dos substantivos abaixo:
  Quarto ............         papo ..................        cova ......................
  Penteados ......           roupas ...............         parque de ...........
  Amigos ............        Casa do ............            fantasmas de .........

10. Reescreva o primeiro parágrafo do texto como se você fosse Camila, narrando tudo na 1ª pessoa:

Interpretação textual 5º Ano- Mãe com medo de lagartixa



Mãe com medo de lagartixa

Ana Maria Machado

Era uma vez uma mãe... que tinha medo de lagartixa.
No resto, era valente: ficava sozinha, cantava no escuro, tomava sopa quente.
Era mesmo corajosa: enfrentava barata, discutia com o chefe, tomava injeção toda
prosa.
De bicho de pena e de bicho de pêlo, ela gostava muito. Filho dela podia ter cachorro, gato, coelho, periquito, curió, canário, porquinho-da-índia.
Nem que fosse tudo ao mesmo tempo, ela não se incomodava, até animava, mais ainda inventava.
Peixe e jabuti, também, ela deixava como ninguém. E tinha aquário redondo com peixe vermelho e tinha varanda vermelha com jabuti redondo.
Se os filhos descobrissem macaco com asa, ela era capaz de deixar em casa.
Se para uma vaca encontrassem lugar, não ia ser ela quem ia atrapalhar.
Se na área um cavalo coubesse direito, a meninada ia logo dar jeito, e ela na certa ia achar perfeito.
Mas sapo? Minhoca? Perereca? Camaleão?
Nem queria saber. Disfarçava e ia se esconder.
Os filhos explicavam:
— Mamãe, que é que tem? Um bicho tão bonzinho, não faz nada, olha aí!
Ela olhava. Mas não gostava.
E aqueles lagartinhos nas pedras-do-sol?
— Um bichinho à-toa, mãe, deixe de ser boba!
Mas aí ela era boba. Tão boba que no caminho da praia, pelo meio do matinho, ia pisando forte e falando alto, fazendo barulho só para assustar os lagartinhos – que saíam correndo, morrendo de medo de uma mulher tão grande e barulhenta.
Mas o medo maior era o que a mãe tinha de lagartixa.
— Um perigo dentro de casa! Pode atacar a qualquer instante!
— Atacar, mãe? Que idéia – ria Antônio.
— Que gracinha, mãe. Olha aquela lagartixa lá no alto da parede – mostrava João.
— É mesmo, branquinha e transparente, de cabeça em pé. Parece filhote de jacaré – dizia Luísa.
Não adiantava. Ela não gostava.Um dia, resolveram pregar uma peça nela.
Na saída da escola, tinha um vendedor de bala, estalinho, pirulito e brinquedo.
Brinquedos gozados: baratas e aranhas de plástico, lagartixas de mentirinha.
Compraram duas e levaram para casa. Puseram uma na gaveta, outra na prateleira, ao lado.
Quando ela chegou do trabalho e foi mudar a roupa, foi um susto. Quer dizer, primeiro foi um:
— Ai! Me ajudem! Antônio! Luísa! João!
Depois foram dois sustos:
— Depressa! Vem cá todo mundo!
Os meninos foram correndo. E viram a mãe tremendo.
— Uma lagartixa horrorosa! Subiu pelo meu braço e correu para a gaveta! E tem outra medonha ali na prateleira... Pelo amor de Deus, vocês peguem esses bichos horríveis, que eu não agüento nem ver!
Os meninos se olharam enquanto ela saía:
— E lagartixa de brinquedo sobe pelo braço?
— Será que tem alguma de verdade?
Olharam bem. Não tinha. Só as mesmas, de brinquedo. E ela com tanto medo! Que mãe fiteira! E, ainda por cima, inventadeira...
Foram rir dela, numa grande gozação: mas chegaram na sala e não riram. Porque que ela falou foi assim:
— Que bom que vocês estavam em casa. Vocês são tão corajosos... Fico tão orgulhosa de meus filhos que não têm medo e tomam conta de mim...
E, sentada no sofá, abraçou os três ao mesmo tempo, fechou os olhos, encostou a cabeça neles, feito menina pequena.
E eles se olharam e entenderam.
Todo mundo tem seu medo, cada um tem seu segredo. Quem parece sempre forte, no fundo é meio sem sorte: tem que agüentar bem sozinho, sem ajuda nem carinho:
— A mãe é que nem a gente.
E gente se assusta, chora, ri, fala, inventa, conta, grita e cochicha. E pode até ter medo de lagartixa.
Alguns medos e seus segredos. Rio de Janeiro, Nova Fronteira.



Vocabulário:
Pedra-do-sol: pedras comuns nas áreas de praia.
Leia o texto , marque a resposta correta:
1 - Marque a alternativa em que a mãe estimula seus filhos a terem bicho:
A) “enfrentava barata, discutia com o chefe”.
B) “ela não se incomodava, até animava.”
C) “se os filhos descobrissem macaco com asa, ela era capaz de deixar em casa.”
D) “de bicho de pena e de bicho de pêlo, ela gostava muito.”
E) “peixe e jabuti, também, ela deixava como ninguém”

2 - Marque a alternativa em que os fatos abaixo estejam colocados em ordem
cronológica:
I - Os filhos verificaram se havia uma lagartixa de verdade.
II - Os filhos viram a mãe tremendo.
III - Os filhos correram até o quarto da mãe.
IV - Os filhos ficaram se olhando.

A) I, IV, III, II
B) III, IV, II, I
C) I, III, IV, II
D) III, II, IV, I
E) II, IV, III, I

4 - A mãe, depois de ter encontrado a lagartixa, foi para a sala. Os filhos, de acordo com o texto, entenderam que:
A) cada um tem o seu próprio medo.
B) envergonharam-se do que tinham feito.
C) a mãe, sendo igual a eles, era infantil.
D) é preciso ser forte diante das situações.
E) não se deve assustar ninguém

5 - A mãe descrita é bastante tolerante. O argumento usado pelo narrador para expressar a demonstração máxima de tolerância dessa mãe está na alternativa:
A) ela até animava os filhos a terem bicho.
B) ela deixava os filhos terem peixe e jabuti.
C) era capaz de deixar em casa um macaco com asas, se os filhos descobrissem um.
D) enfrentava barata, discutir com o chefe.
E) de bicho de pena e de bicho de pêlo, ela gostava muito.
6 - Uma das falas da mãe refere-se a um fato que parece não ser verdadeiro e pode ser
atribuído ao susto de se deparar com duas lagartixas. Identifique essa fala e marque a alternativa que explica por que o fato não deve ser verdadeiro:
A) “e lagartixa de brinquedo sobe pelo braço?”
B) “um perigo dentro de casa! Pode atacar a qualquer instante.”
C) “ao se deparar com a lagartixa, a mãe pede socorro.”
D) “poderia haver alguma lagartixa de verdade no quarto.”
E) “ – Um bichinho à-toa, mãe, deixe de ser boba!”

7 - Assinale o item que não indica uma atitude da mãe:
A) proporciona aos filhos uma vida em contato com os animais.
B) é bastante corajosa, na visão dos filhos, em determinadas circunstâncias.
C) perturba o ambiente familiar com excesso de tolerância ou mentiras.
D) é muito medrosa, quando se trata de certos animais.
E) é considerada pelos filhos, sobretudo quando se depara com lagartixas, como uma
criança.
8 - Na frase “A mãe é que nem a gente”, os termos sublinhados expressam juntos a
idéia de:
A) adição
B) finalidade
C) conseqüência
D) causa
E) comparação

9 – A idéia principal desse texto é:
A) a mãe amava os filhos e fazia tudo para agradá-los.
B) todas as pessoas se assustam, choram, riem, inventam, inclusive, sentem medo.
C) a mãe parecia uma menina quando sentia pavor de lagartixa.
D) os adultos também mentem como crianças.
E) a mãe é uma pessoa boba, porque sente medo de lagartixa.

10 - “Um dia, resolveram pregar uma peça nela” A expressão sublinhada retirada do texto pode ser substituída por:
A) fazer uma brincadeira
B) colocar à prova
C) revelar a verdade
D) encenar
E) ensaiar uma apresentação

Interpretação escrita

Responda:

1 – Qual era o maior medo da mãe?

2 – Você tem medo de alguma coisa? De quê?

3 – E sua mãe? Ela tem medo de quê?

4 – Quais os bichos que aparecem no texto?

5 – Escreva os nomes dos bichos que a mãe deixava ter em casa, mas que não eram comum ter.

6 – Numere os parágrafos do texto.

7 – Você gostou da leitura? Por que?


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Observe bem o grupo de figuras- poligonos.doc - Google Docs


Reescreva o trecho abaixo, contando a história como se fossem dois macacos.


Reescreva o trecho abaixo, contando a história como se fossem dois macacos.

Um macaco, querendo uma vez fazer um aluá, mas não tendo dinheiro, foi à casa do amigo galo
e pediu para este vender meia mão de milho, que ele o pagaria em tal dia e a tal hora. Obtendo
a compra do milho, despediu-se e foi à casa da amiga raposa e pediu para esta vender a mesma
quantidade de milho, marcando para pagamento do mesmo, o dia em que tinha também de pagar
ao galo, sendo porém meia hora depois da marcada para este.
                        ROMERO, Sílvio. Contos populares do Brasil. Disponível em: http://www.jangadabrasil.com.br

Sugestão produção de carta ( bem legal)!!!!!!!!

Produção de texto
1. Imagine que você está de férias e que irá contar sobre o local e sobre os passeios que tem
feito para uma pessoa que não viajou com você. Para isso, você irá escrever uma carta para se
corresponder com ela.

2. Escolha um local e pense em passeios ou brincadeiras que você poderia fazer por lá. Você poderá
inventar tudo ou poderá lembrar-se de alguma viagem feita recentemente.
3. Relembre as partes que não podem faltar na sua carta:
● Data
● Saudação
● Assunto
● Despedida
● Assinatura
4. Decida quem será o destinatário da sua carta e use a linguagem adequada. Não se esqueça
de que você escreverá uma carta pessoal.
5. Quando acabar, releia com atenção e verifique se você colocou todas as informações listadas
no item 3. Observe as palavras escritas com N ou com R e confira a se a grafia está correta.
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Interpretação de carta e sugestão de produção textual




DE CARTA EM CARTA
“Seu Governo,
Meu avô trabalhou a vida inteira e está muito cansado. Precisa descansar e não aguenta mais
ficar suando no calorão do sol. Precisa se sentar para ficar olhando o mar, tomando água de coco
e pensando na vida. Ou conversando e jogando dominó com os amigos, debaixo de alguma das
árvores que ele plantou. Não quer se preocupar mais com trabalho.
Ele tem direito, sabe? E sabe também? Ele é o melhor jardineiro do bairro, venha só ver as flores
e os canteiros. Pergunte a qualquer um dos canteiros do Seu José. Mas agora ele não aguenta
mais cuidar das plantas o tempo todo, tem horas que prefere descansar. E, se eu tiver que ajudar,
acabo não indo à escola.
Quem disse que ele tem direito foi a minha professora. Ela é bonita e sabe muitas coisas. Ela en0
sina para muita gente. Pode até lhe ensinar, senhor governo. Se você precisar aprender com ela,
vou lhe explicar: a escola fica em frente à igreja e ainda tem umas carteiras vazias na minha sala.
Mas no time de futebol, não tem lugar. Só se for no banco de reserva. Ou se o cara jogar mesmo
muito bem.
Responda logo, porque meu avô José está velhinho e não aguenta mais esperar muito tempo.
Atenciosamente,
Pepe”
MACHADO, Ana Maria. De carta em carta. São Paulo: Salamandra, 2002. p. 27.
De olho no texto
1. Por que o menino diz que o avô está muito cansado?
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2. Quais são as atividades que o menino acha que o avô deve fazer agora?
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3. Qual o objetivo do menino ao escrever essa carta?
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4. Para quem o garoto escreve a carta? Quem você acha que são as pessoas que irão respondêla?
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5. Releia esse trecho:
Ele é o melhor jardineiro do bairro, venha só ver as flores e os canteiros. Pergunte a qualquer um
dos canteiros do Seu José. Mas agora ele não aguenta mais cuidar das plantas o tempo todo,
tem horas que prefere descansar.
a) Qual é a provável profissão do avô?
______________________________________________________________________________
b) Quem é o Seu José, que aparece citado no trecho acima?
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c) A partir da leitura do texto, é possível saber se o avô é um bom profissional? Justifique sua resposta.
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6. Que palavra o menino usou para se despedir do Governo no final da carta?
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7. Pensando nessa forma de despedida, você acha que o menino usou uma linguagem mais formal
ou mais informal? Por que ele fez essa escolha?
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8. No decorrer da carta, o menino acaba tratando com o governo assuntos que não são sobre o
seu avô. Você acha que o governo irá se interessar por esses assuntos? Justifique sua resposta.
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9. Relembre a estrutura das cartas que você já leu. Que partes estão faltando na carta do menino?
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Padrões da escrita

Leia o texto abaixo e descubra os cinco erros de ortografia que foram cometidos por uma criança

Querida vovó,
Estamos todos adorrando as férias! A praia é limda e os passeios de baco no mar são imperdíveis!
Estamos semtindo falta dos seus carinhos e daquele macarão gostoso que só você sabe fazer!
Um beijo
Laura

Re escreva a cartinha de Laura corretamente
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segunda-feira, 23 de maio de 2011

A menina e a vasilha de leite em cordel e em prosa



 EU TROPEÇO E NÃO DESISTO ( A menina da vasilha de leite)
 
Num dia primaveril,
Claro e ensolarado,
Seguia aquela menina
A caminho do mercado.

Com seu jarro na cabeça
Oferecia e sorria:
- Olha o leite! – Olha o leite!
Este era o seu dia a dia.

Falava com os animais,
Com todos que encontrava!
Do maior ao pequenino,
Ela os cumprimentava.

Caminhava tranqüilamente,
Suavemente, imitando
Quase que um passo de dança,
Alegremente pensando:

“Venderei todo esse leite,
Com o dinheiro comprarei
Cem ovos. E cem pintinhos
Logo, logo, pois, terei.”

“Os pintinhos vão crescer,
Então eu os trocarei,
No mercado, por um porco
Ao qual engordarei”.

“Quando ele ficar roliço
Então eu o trocarei
Numa vaca com bezerro,
A quem alimentarei”.

“Sendo bem alimentada,
Muito leite ela dará,
Com o qual farei muitos queijos.
E o bezerro crescerá

Forte e sadio...” – Já estou
Vendo o bichinho correr
No campo, entre as ovelhas!
Diz ela, a estremecer.

Há em seus olhos um brilho
De puro contentamento.
E a menina esquece
Do jarro, por um momento.

Entusiasmada, começa
A dar pulos de alegria,
Esquecendo-se do jarro
Que na cabeça lhe ia.

Com o movimento brusco
O jarro escorregou
E se desfez em pedaços
Quando na terra tocou,

Como os sonhos da menina.
E o leite se esparramou
Derramado no caminho.
Só chão molhado restou.

Adeus porco... adeus pintinhos...
Adeus bezerro... adeus vaca...
Lamentava-se a menina
De lágrimas, a vista opaca.

Por sonhar tanto, perdera
O que tinha garantido
Como seu, pois esquecera
O que fazia sentido.

A única coisa que tinha
Não poderia esquecer,
Porém, perdida a sonhar,
Tudo viera a perder.

Sonhar faz parte da vida,
Sem sonhos não há viver!
Porém sonhar sem deixar-se
Totalmente se envolver.

Sonhar com os pés no chão!
Com responsabilidade!
Com o cuidado devido
À nossa realidade.

Fim

Natal/RN – 06 de setembro de 2008
Rosa Ramos do Cordel


A Moça e a Vasilha de Leite

"Uma moça ia ao mercado equilibrando, na cabeça, a vasilha do leite. No caminho, começou a calcular o lucro que teria com a venda dele.
- Com este dinheiro, comprarei muito ovos. Naturalmente, nem todos estarão bons, mas, pelo menos, de três quartos deles sairão pintinhos. Levarei alguns para vender no mercado. Com o dinheiro que ganhar, aumentarei o estoque dos ovos. Tornarei a pô-los a chocar e, em breve, terei uma boa fazenda de criação. Ficando rica, os homens, pedir-me-ão em casamento. Escolherei, naturalmente, o mais forte, o mais rico e o mais bonito. Como me invejarão as amigas! Comprarei um lindo vestido de seda, para o casamento e, também, um bonito véu. Todos dirão que sou a noiva mais elegante da cidade.
Assim pensando, sacudiu a cabeça, de contentamento. A vasilha do leite caiu ao chão, o leite esparramou-se pela estrada e nada sobrou para vender no mercado."

(Não se deve contar com o ovo quando ele ainda está dentro da galinha)

Baseada em uma fábula de Esopo
Fernando Kitzinger Dannemann



QUESTÕES SOBRE OS TEXTOS:

a- Quem é a personagem principal em ambos os textos?
b- Quais as características desta personagem? Elas são iguais nas duas versões analisadas?
c- Existem personagens secundários?
d- Há um narrador? Quem? Retire e copie um trecho de cada um dos textos para comprovar sua resposta
e- Onde o fato aconteceu?
f- Identifique no texto palavras que expressem lugar.
g- Identifique palavras que dão pistas da época em que os fatos aconteceram.
i- Qual versão você gostou mais? Justifique.



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