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quinta-feira, 31 de março de 2011

DISLEXIA NO FANTÁSTICO

Programa A Gente Explica - Dislexia - TV MACKENZIE

terça-feira, 29 de março de 2011

Fábula A lebre e a tartaruga com interpretação textual

A lebre e a tartaruga


Certo dia uma lebre topou com uma tartaruga e, ao ver como ela andava
devagar, caiu na risada e fez muita troça.
― Como você é lenta e desajeitada ― disse a lebre. ― É tão desengonçada,
andando com essa sua concha pesada, que até admira que consiga chegar a algum
lugar.
A tartaruga deteve-se na estrada poeirenta, levantou a cabeça, virou-se para a
lebre e sorriu.
― Então vamos apostar uma corrida ― disse ela.
― Na hora que você escolher. Aposto dez moedas por dez quilômetros.
A lebre se pôs a dar pulos toda animada.
― O quê! Dez moedas? Podemos começar agora mesmo? Só dez quilômetros?
E sem esperar pela resposta da tartaruga, disparou pela estrada.
A tartaruga saiu atrás, com toda a lentidão. Sem olhar para trás nem pra os lados, foi seguindo a passo firme e regular pela estrada.
Num instante, a grande velocidade da lebre deu-lhe uma grande dianteira, e ela,rindo consigo, virou-se para ver a que distância se encontrava a tartaruga. Não conseguiu avistá-la, e, como estava um pouco cansada e achou que um descanso
seria muito agradável, acomodou-se ao lado de uma placa da estrada, para tirar uma
soneca.
― Vou dormir um pouco ― disse ela. ― Tenho muito tempo, e se a minha vagarosa amiga passar por aqui enquanto eu estiver dormindo, eu acordo, alcanço-a,
e ainda assim venço a corrida com facilidade.
A tartaruga, enquanto isso, ia avançando, e depois de muito, mas muito tempo,chegou à placa da estrada, embaixo da qual a lebre roncava sonoramente. A tartaruga não parou. Sem hesitar, foi em frente, levando às costas o seu grande casco, rumo ao distante marco de chegada.
A lebre, muito confiante na própria vitória, dormiu a sono solto ao sol. Quando finalmente acordou, já era quase noite: ela tinha dormido demais! Piscou, pôs-se de pé com um pulo, olhou de um lado e de outro e saiu em disparada. Embora corresse mais rápido do que o vento, não conseguiu alcançar a tartaruga. Quando atingiu o marco de chegada, a tartaruga já estava lá, sorrindo calmamente consigo mesma.

Devagar se vai ao longe.
Mathias, R. Fábulas de Esopo.
São Paulo: Círculo do livro, 1983

1.Na sua opinião, Por que a lebre aceitou o desafio da Tartaruga?

2- Você é capaz de identificar pelo comportamento qual o tipo de personalidade de cada um dos personagens da trama?
3- O que aconteceu depois que os dois competidores partiram do ponto inicial?
4 -Você consegue relatar alguma situação da vida real que se assemelhe ao exemplo da fábula?
5-Você seria capaz de descrever, com suas palavras, o significado da Moral da Fábula?


Questões de Interpretação e Compreensão

1) Quem conta a história? Assinale a resposta correta:
( ) A tartaruga ( ) A lebre ( ) O narrador
Justifique a sua resposta:
_____________________________________________________________________
___________________________________________________________________
2) Por que a lebre estava certa que iria ganhar a corrida?
_____________________________________________________________________
___________________________________________________________________
3) O que fez a lebre perder a corrida?
_____________________________________________________________________
___________________________________________________________________
4) Qual foi a primeira atitude da lebre após o desafio feito pela tartaruga?
_____________________________________________________________________
___________________________________________________________________
5) Por que a tartaruga venceu a competição, mesmo sendo tão lenta?
_____________________________________________________________________
___________________________________________________________________
6) O que você pensa sobre quem tem atitudes como a da lebre?
_____________________________________________________________________
___________________________________________________________________
7) Relacione de acordo com a ordem dos acontecimentos da história:
( 1 ) começo ( 2 ) meio ( 3 ) fim

( ) “A tartaruga não parou. Sem hesitar, foi em frente, levando às costas o seu
grande casco, rumo ao distante marco de chegada.”

( ) “― É tão desengonçada, andando com essa sua concha pesada, que até admira
que consiga chegar a algum lugar.”

( ) “Sem olhar para trás nem pra os lados, foi seguindo a passo firme e regular pela
estrada.”
8) Relacione corretamente:
( 1 ) tartaruga ( 2 ) lebre
( ) fez muita troça ( ) andava devagar ( ) dormiu a sono solto ao sol
( ) levantou a cabeça, virou-se e sorriu ( ) deu pulos toda animada

9- Se você fosse a tartaruga, o que diria à lebre no momento do desafio para a
corrida?

domingo, 27 de março de 2011

texto de mistério: O médico fantasma de Heloisa Prieto

O MÉDICO FANTASMA




Esta história tem sido contada de pai para filho na cidade de Belém do Pará. Tudo começou numa noite de lua cheia de um sábado de verão.

Dois garotos conversavam sentados na varanda da casa de um deles.

— Você acredita em fantasma? — perguntou o mais novo.

— Eu não! — disse o outro.

— Acredita sim! — insistiu o mais novo.

— Pode apostar que não — replicou o outro.

— Tudo bem. Aposto minha bola de futebol que você não tem coragem de entrar no cemitério à noite.

— Ah, é? — disse o garoto que fora desafiado. Pois então vamos já para o cemitério, que eu vou provar minha coragem.

Assim, os dois garotos foram até a rua do cemitério. O portão estava fechado. O silêncio era profundo. Estava tão escuro... Eles começaram a sentir medo.

Para ganhar a aposta, era preciso atravessar a rua e bater a mão no portão do cemitério. O garoto que tinha topado o desafio correu. Parou na frente do portão e começou a fazer careta para o amigo. Depois se encostou ao portão e tentou bater a mão nele. Foi quando percebeu que ela estava presa.

— Socorro! Alguém me ajude! — ele gritou, desmaiando em seguida.

Nisso apareceu um velhinho vindo do fundo do cemitério, abriu o portão e chamou o outro menino.

— Seu amigo prendeu a manga da camisa no portão e desmaiou de medo. Coitadinho, pensou que algum fantasma o estivesse segurando.

O garoto reparou que o velhinho era muito magro, quase transparente.

— Obrigado. Como é que o senhor se chama?

— Eu sou o médico daqui. Vou acordar seu amigo.

O velhinho passou a mão na cabeça do menino desmaiado e ele despertou na mesma hora.

— Vão pra casa, meninos — ele disse. Já passou da hora de dormir.

E foi assim que os meninos perceberam que tinham conhecido um fantasma e entenderam que não precisavam ter medo de fantasmas, pois esses, apesar de misteriosos, são do bem.



Heloísa Prieto. “Lá vem história outra vez: contos do folclore mundial”. São

Paulo. Cia das letrinhas, 1997 (texto adaptado para fins didáticos).





INTERPRETANDO O TEXTO



1) Assinale a alternativa correta:

a) No início do texto, onde estavam os personagens?

( )Os garotos estavam na escola, brincando no recreio.

( )Os garotos estavam na porta do cemitério.

( ) Os garotos estavam sentados na varanda na casa de um deles.



b) Por que os meninos decidem ir ao cemitério?

( ) Para acompanhar um enterro.

( ) Devido a uma aposta que fizeram valendo uma bola de futebol.

( ) devido a uma aposta que fizeram valendo uma bola de basquete.



c) O que era necessário para ganhar a aposta?

( ) Atravessar a rua e bater a mão no portão do cemitério.

( ) Atravessar a rua e entrar no cemitério.

( ) Atravessar a rua e chamar pelos fantasmas pelo portão do cemitério.



d) Depois de se encostar no portão, o que aconteceu ao garoto?

( ) Sua mão ficou presa no portão, mas ele conseguiu se soltar rapidamente.

( ) Sua mão ficou presa, ele gritou e desmaiou em seguida.

( ) Sua mão ficou presa, ele ficou mudo e desmaiou em seguida.



2) O médico fantasma é uma história sobre medo, um “Conto de assombração”. Descreva o momento mais assustador da história.



3) Você ficou com medo? Por quê?



4) Como os meninos perceberam que o velhinho era um fantasma?



5) Por que será que o desafio era ter que ir ao cemitério à noite? Você aceitaria este desafio?Por que?



6) Você já passou por uma situação assustadora? Era um medo real ou imaginário? Conte aqui a sua história.

Fábula o leão e o ratinho com interpretação textual.

FÁBULA COM INTERPRETAÇÃO


O LEÃO E O RATINHO

Ao sair do buraco viu-se um ratinho entre as patas do leão. Estacou, de pelos em pé, paralisado pelo terror. O leão, porém, não lhe fez mal nenhum.

- Segue em paz, ratinho: não tenhas medo de teu rei.

Dias depois o leão caiu numa rede. Urrou desesperadamente, debateu-se, mas quanto mais se agitava mais preso no laço ficava.

Atraído pelos urros, apareceu o ratinho.

- Amor com amor se paga - disse ele lá consigo e pôs-se a roer as cordas. Num instante conseguiu romper uma das malhas. E como a rede era das tais que rompida a primeira malha as outras se afrouxam, pôde o leão deslindar-se e fugir.



Moral: Mais vale paciência pequenina do que arrancos de leão.

(LOBATO, Monteiro. Obra infantil completa. Volume "Fábulas". São Paulo: Brasiliense)

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Questões sobre o texto:

1. Quem é o autor deste texto e qual o nome do livro em que foi publicado?

2. Você conhecia essa versão da fábula? Conhece outra? Se conhece outra versão, escreva-a aqui e depois conte aos seus colegas.
3. Por que o ratinho ficou paralisado pelo terror?

4. O que aconteceu ao leão, dias depois de ele ter encontrado o ratinho?

5. Por que o ratinho resolveu ajudar o leão?

6. Quem são as personagens do texto?

7. Quem conta a história? O ratinho? O leão? Outro?

8. Toda fábula possui uma moral da história. Qual é a moral deste texto lido?

9. Invente outra moral que seja adequada ao texto.
10. Você conhece todas as palavras do texto? Isto impediu você de entendê-lo?

11. Qual é a pontuação usada quando as personagens falam? Copie uma fala do ratinho.

12. Substitua a palavra grifada na frase a seguir pelo nome do animal correspondente no texto:

Ele ficou paralisado pelo terror.

13. Que  outro título ao texto? Justifique. 

sábado, 26 de março de 2011

Aberturas de cadernos e capas de avaliações

Fábula A cigarra e a formiga com imagens

Fábula O menino que mentia e texto lacunado


O MENINO QUE MENTIA


UM PASTOR COSTUMAVA LEVAR SEU REBANHO PARA FORA DA ALDEIA. UM DIA RESOLVEU PREGAR UMA PEÇA NOS VIZINHOS.

__UM LOBO! UM LOBO! SOCORRO! ELE VAI COMER MINHAS OVELHAS!

OS VIZINHOS LARGARAM O TRABALHO E SAÍRAM CORRENDO PARA O CAMPO PARA SOCORRER O MENINO. MAS ENCONTRARAM-NO ÀS GARGALHADAS. NÃO HAVIA LOBO NENHUM.

AINDA OUTRA VEZ ELE FEZ A MESMA BRINCADEIRA E TODOS VIERAM AJUDAR; E ELE CAÇOOU DE TODOS.

MAS UM DIA O LOBO APARECEU DE FATO E COMEÇOU A ATACAR AS OVELHAS. MORRENDO DE MEDO, O MENINO SAIU CORRENDO.

__UM LOBO! UM LOBO! SOCORRO!

OS VIZINHOS OUVIRAM, MAS ACHARAM QUE ERA CAÇOADA. NINGUÉM SOCORREU E O PASTOR PERDEU TODO O REBANHO.


NINGUÉM ACREDITA QUANDO O MENTIROSO FALA A VERDADE.

BENNETT, WILLIAM J. O LIVRO DAS VIRTUDES PARA CRIANÇAS. RIO DE JANEIRO: NOVA FRONTEIRA, 1997.



Complete as lacunas, com as palavras que estão faltando

O menino que mentia



UM ____________________COSTUMAVA LEVAR SEU _________________ PARA FORA DA ALDEIA. UM DIA RESOLVEU PREGAR UMA PEÇA NOS ________________________.

__UM ___________! UM LOBO! _______________! ELE VAI COMER MINHAS _____________________!

OS VIZINHOS LARGARAM O TRABALHO E SAÍRAM CORRENDO PARA O ______________ PARA SOCORRER O _______________. MAS ENCONTRARAM-NO ÀS GARGALHADAS. NÃO HAVIA LOBO NENHUM.

AINDA OUTRA VEZ ELE FEZ A MESMA _________________ E TODOS VIERAM AJUDAR; E ELE CAÇOOU DE TODOS.

MAS UM DIA O LOBO APARECEU DE ____________ E COMEÇOU A ATACAR AS ______________. MORRENDO DE MEDO, O __________________ SAIU CORRENDO.

__UM LOBO! UM LOBO! _________________!

OS VIZINHOS OUVIRAM, MAS ACHARAM QUE ERA ______________. NINGUÉM SOCORREU E O PASTOR PERDEU TODO O ______________________



NINGUÉM ACREDITA QUANDO O _____________ FALA A_________________________.




Comparando fábulas: A lebre e a tartaruga e A tartaruga e o coelho de Dilea Frate

PROJETO – CONFABULANDO COM FÁBULAS DATA ___________


ETAPA 2 E- OUTRAS FÁBULAS



A LEBRE E A TARTARUGA





A LEBRE VIVIA A SE GABAR DE QUE ERA O MAIS VELOZ DE TODOS OS ANIMAIS. ATÉ O DIA EM QUE ENCONTROU A TARTARUGA. – EU TENHO CERTEZA DE QUE, SE APOSTARMOS UMA CORRIDA, SEREI A VENCEDORA – DESAFIOU A TARTARUGA.

A LEBRE CAIU NA GARGALHADA. – UMA CORRIDA? EU E VOCÊ? ESSA É BOA!

– POR ACASO VOCÊ ESTÁ COM MEDO DE PERDER? – PERGUNTOU A TARTARUGA.

– É MAIS FÁCIL UM LEÃO CACAREJAR DO QUE EU PERDER UMA CORRIDA PARA VOCÊ –

RESPONDEU A LEBRE.

NO DIA SEGUINTE A RAPOSA FOI ESCOLHIDA PARA SER A JUÍZA DA PROVA. BASTOU DAR O

SINAL DA LARGADA PARA A LEBRE DISPARAR NA FRENTE A TODA VELOCIDADE. A TARTARUGA NÃO SE ABALOU E CONTINUOU NA DISPUTA. A LEBRE ESTAVA TÃO CERTA DA VITÓRIA QUE RESOLVEU TIRAR UMA SONECA.

“SE AQUELA MOLENGA PASSAR NA MINHA FRENTE, É SÓ CORRER UM POUCO QUE EU A

ULTRAPASSO”, PENSOU.

A LEBRE DORMIU TANTO QUE NÃO PERCEBEU QUANDO A TARTARUGA, EM SUA MARCHA VAGAROSA E CONSTANTE, PASSOU. QUANDO ACORDOU, CONTINUOU A CORRER COM ARES DE VENCEDORA. MAS, PARA SUA SURPRESA, A TARTARUGA, QUE NÃO DESCANSARA UM SÓ MINUTO, CRUZOU A LINHA DE CHEGADA EM PRIMEIRO LUGAR.

DESSE DIA EM DIANTE, A LEBRE TORNOU-SE O ALVO DAS CHACOTAS DA FLORESTA. QUANDO

DIZIA QUE ERA O ANIMAL MAIS VELOZ, TODOS LEMBRAVAM-NA DE UMA CERTA TARTARUGA...



MORAL: QUEM SEGUE DEVAGAR E COM CONSTÂNCIA SEMPRE CHEGA NA FRENTE.

(LA FONTAINE, JEAN DE. FÁBULAS DE ESOPO. SÃO PAULO: SCIPIONE, 2000.

ADAPTAÇÃO: LÚCIA TULCHINSKI.)



A TARTARUGA E O COELHO



DILEA FRATE

A TARTARUGA GANHOU DO COELHO NA CORRIDA E FICOU RICA. UM DIA, ELA SE ENCONTROU COM O PARDAL E COMEÇOU A ROLAR UMA DISCUSSÃO SOBRE DINHEIRO: “EU SOU RICA, CARREGO MUITO DINHEIRO NO MEU CASCO-COFRE, E VOCÊ?”. O PARDAL RESPONDEU: “EU SOU POBRE, NÃO TENHO CASCO NEM COFRE, MAS SOU LEVE E POSSO VOAR”. A TARTARUGA RESPONDEU: “SE QUISER, POSSO COMPRAR UMA ASA IGUAL À SUA. O DINHEIRO

CONSEGUE TUDO”. E FOI O QUE ELA FEZ. CHEGOU O DIA DO VOO. COM AS ASAS POSTIÇAS, A TARTARUGA AJEITOU O CASCO-COFRE, SUBIU NUM PRECIPÍCIO ENORME E... (ASSOVIO)... COMEÇOU A CAIR FEITO UMA PEDRA. AS ASAS NÃO FAZIAM EFEITO! AÍ, ELA TEVE A IDEIA DE JOGAR O CASCO-COFRE PELOS ARES E, COMO NUM PASSE DE MÁGICA, AS ASAS COMEÇARAM A FUNCIONAR!... QUE ALÍVIO! E QUE ALEGRIA PODER VOAR COMO UM

PASSARINHO! QUANDO CHEGOU À TERRA, A TARTARUGA ESTAVA POBRE, MAS FELIZ. NA HORA DE VOLTAR PARA CASA, O COELHO APARECEU E EMPRESTOU O DINHEIRO DO TÁXI.

T

(FRATE, DILEA. HISTÓRIAS PARA ACORDAR. SÃO PAULO: COMPANHIA DAS LETRINHAS, 1996. P. 59.)

:

Fábula A causa da chuva




PROJETO CONFABULANDO C/ FÁBULAS

ATIVIDADE 2 D. MORAL DAS FÁBULAS( Ler o manual do professor pág 58,59, não esquecer de anotar no cartaz as falas dos alunos)



1- Comentários sobre o autor e em seguida Leitura e discussão oral da fábula . ( não ler a moral ). Questionar as personagens, como elas são, o que acontece com elas ou o que acontece na fábula...

2- Depois da leitura perguntar aos alunos que moral teria essa fábula .

3- Distribuir para os alunos a cópia da fábula. Reler o texto chamando a atenção para a moral .Anotar...



A causa da chuva

Millôr Fernandes

Não chovia há muitos e muitos meses , de modo que os animais ficaram inquietos .

Uns diziam que ia chover logo , outros diziam que ainda ia demorar .

Mas não chegavam a uma conclusão .

– Chove só quando a água cai do telhado do meu galinheiro – esclareceu a galinha .

– Ora, que bobagem ! – disse o sapo de dentro da lagoa . – Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas .

– Como assim ? – disse a lebre . – Está visto que só chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que têm dentro .

Nesse momento começou a chover .

– Viram ? – gritou a galinha . – O telhado do meu galinheiro está pingando . Isso é chuva !

– Ora , não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando ? – disse o sapo .

– Mas , como assim ? – tornou a lebre . – Parecem cegos ! Não veem que a água cai das folhas das árvores ?

Moral : Todas as opiniões estão erradas .

(Fernandes, Millôr. Novas fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Editora Desiderata, 2007.)

interpretação textual



Assinale a única opção correta de acordo com o texto:

1. Percebe-se claramente que a causa principal da inquietação dos animais era:

a.( ) a chuva que caía b.( ) a falta de chuva
c.( ) as discussões sobre animais d.( ) a conclusão a que chegaram

2. 2. A resposta à questão 1 é evidenciada pela seguinte frase do texto:

a.( ) “Uns diziam que ia chover…” (parágrafo 1)

b.( ) “… outros diziam que ainda ia demorar.” (parágrafo 1)

c.( ) “Mas não chegavam a uma conclusão.” (parágrafo 1)

d.( ) “Não chovia há muitos e muitos meses.” (parágrafo 1)

3. O sapo achou que o esclarecimento feito pela galinha era:

a.( ) correto b.( ) aceitável c.( ) absurdo d.( ) científico

4. A expressão do texto que justifica a resposta da questão 3 é:

a.( ) “Como assim?” b.( ) “Viram?” c.( ) “Ora, que bobagem!” d.( ) “Parecem cegos?”

5. A fábula de Millôr Fernandes é uma afirmativa de que:

a.( ) as pessoas julgam os fatos pela aparência

b.( ) cada pessoa vê as coisas conforme o seu estado e seu ponto de vista

c.( ) todos tem uma visão intuitiva dos fenômenos naturais

d.( ) o mundo é repleto de cientistas

6. O relato nos leva a concluir que:

a.( ) a galinha tinha razão

b.( ) a razão estava com o sapo

c.( ) A lebre julgava-se dona da verdade.

d.( ) as opiniões estavam objetivamente erradas.

7. Cada um dos animais teve sua afirmação satisfeita quando:

a.( ) a discussão terminou

b.( ) chegaram a um acordo

c.( ) começou a chover

d.( ) foram apartados por outro animal

8. Toda fábula encerra um ensinamento. Podemos sintetizar o ensino desta fábula através da frase:

a.( ) A mentira tem pernas curtas.

b.( ) As aparência enganam.

c.( ) Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.

d.( ) Não julgueis e não sereis julgados.





































Fábulas; A cigarra e a formiga boa, A raposa e a cegonha,

A CIGARRA E A FORMIGA BOA




HOUVE UMA JOVEM CIGARRA QUE TINHA O COSTUME DE CHIAR AO PÉ DO FORMIGUEIRO. SÓ PARAVA QUANDO CANSADINHA; E SEU DIVERTIMENTO ERA OBSERVAR AS FORMIGAS NA ETERNA FAINA DE ABASTECER AS TULHAS.

MAS O BOM TEMPO AFINAL PASSOU E VIERAM AS CHUVAS, OS ANIMAIS TODOS, ARREPIADOS, PASSAVAM O DIA COCHILANDO NAS TOCAS.

A POBRE CIGARRA, SEM ABRIGO EM SEU GALHINHO SECO E METIDA EM GRANDES APUROS, DELIBEROU SOCORRER-SE DE ALGUÉM.

MANQUITOLANDO, COM UMA ASA A ARRASTAR, LÁ SE DIRIGIU PARA O FORMI- GUEIRO. BATEU – TIQUE, TIQUE, TIQUE...

APARECE UMA FORMIGA FRIORENTA, EMBRULHADA NUM XALINHO DE PAINA.

- QUE QUER? – PERGUNTOU, EXAMINANDO A TRISTE MENDIGA SUJA DE LAMA E A TOSSIR.

- VENHO EM BUSCA DE AGASALHO. O MAU TEMPO NÃO CESSA E EU...

A FORMIGA OLHOU-A DE ALTO A BAIXO.

- E QUE FEZ DURANTE O BOM TEMPO QUE NÃO CONSTRUÍ A SUA CASA?

A POBRE CIGARRA, TODA TREMENDO, RESPONDEU DEPOIS DUM ACESSO DE TOSSE.

- EU CANTAVA, BEM SABE...

- AH!... EXCLAMOU A FORMIGA RECORDANDO-SE. ERA VOCÊ ENTÃO QUE CANTAVA NESSA ÁRVORE ENQUANTO NÓS LABUTÁVAMOS PARA ENCHER AS TULHAS?

- ISSO MESMO, ERA EU...

POIS ENTRE, AMIGUINHA! NUNCA PODEREMOS ESQUECER AS BOAS HORAS QUE SUA CANTORIA NOS PROPORCIONOU. AQUELE CHIADO NOS DISTRAÍA E ALIVIAVA O TRABALHO. DIZÍAMOS SEMPRE: QUE FELICIDADE TER COMO VIZINHA TÃO GENTIL CANTORA! ENTRE, AMIGA, QUE AQUI TERÁ CAMA E MESA DURANTE TODO O MAU TEMPO.

A CIGARRA ENTROU, SAROU DA TOSSE E VOLTOU A SER A ALEGRE CANTORA DOS DIAS DE SOL.

Monteiro Lobato



Ilustre e pinte o texto com capricho e
























1) Leia o texto com atenção

2) Enumere os parágrafos

3) Responda as questões no caderno .

a) Qual é o título do texto?

b) Quem são os personagens?

c) Quem é o autor dessa fábula?

d) Que tipo de texto é este? Explique.

e) O que a formiga fez durante o verão? E a cigarra?

f) Você acha que a formiga fez bem em abrigar a cigarra? Por quê?

g) Que moral você inventaria para essa fábula?

h) Qual é diferença entre essa fábula e a de Esopo?

_________________________________________________________________________

a) Qual é o título do texto?

b) Quem são os personagens?

c) Quem é o autor dessa fábula?

d) Que tipo de texto é este? Explique.

e) O que a formiga fez durante o verão? E a cigarra?

f) Você acha que a formiga fez bem em abrigar a cigarra? Por quê?

g) Que moral você inventaria para essa fábula?

h) Qual é diferença entre essa fábula e a de Esopo?





TEXTA Raposa e a cegonha – texto 1



A Comadre Raposa, apesar de mesquinha,

tinha lá seus momentos de delicadeza.

Num dos tais, convidou a cegonha, vizinha,

a partilhar da sua mesa.

Constava a refeição de um caldo muito ralo,

servido em prato raso. Não pôde prová-lo

a cegonha, por causa do bico comprido.

A raposa, em segundos, havia lambido

todo o caldo. Querendo desforrar-se

da raposa, a comadre um dia a convidou

para um jantar. Ela aceitou

com deleite do qual não fez disfarce.

Na hora marcada, chegou à casa da anfitriã.

Esta, com caprichoso afã,

pedindo desculpas pelo transtorno,

solicitou ajuda pra tirar do forno

a carne, cujo cheiro enchia o ar.

A raposa, gulosa, espiou o cozido:

era carne moída – e a fome a apertar!

Eis que a cegonha vira, num vaso comprido

e de gargalo fino à beça,

todo o conteúdo da travessa!

O bico de uma entrava facilmente,

mas o focinho da outra era bem diferente;

assim, rabo entre as pernas, a correr,

foi-se a raposa. Espertalhão, atente:

quem hoje planta, amanhã vai colher!



(La Fontaine, Jean de. Fábulas de La Fontaine. Tradução de Milton Amado e Eugênio Amado.

Belo Horizonte: Villa Rica Editoras Reunidas Ltda., 1992. v. I, p. 117-118.)



A Raposa e a cegonha – texto 2



Um dia a raposa convidou a cegonha para jantar. Querendo pregar uma peça na outra, serviu sopa num prato raso. Claro que a raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre da cegonha com seu bico comprido mal pôde tomar uma gota. O resultado foi que a cegonha voltou para casa morrendo de fome. A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava do gosto da cegonha, mas a cegonha não disse nada.

Quando foi embora, agradeceu muito a gentileza da raposa e disse que fazia questão de retribuir o jantar no dia seguinte.

Assim que chegou, a raposa se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias que a outra ia servir. O jantar veio para a mesa numa jarra alta, de gargalo estreito, onde a cegonha podia beber sem o menor problema.

A raposa, amoladíssima, só teve uma saída: lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora da jarra. Ela aprendeu muito bem a lição. Enquanto ia andando para casa, faminta, pensava:“Não posso reclamar da cegonha.

Ela me tratou mal, mas fui grosseira com ela primeiro”.



Moral: Trate os outros tal como deseja ser tratado.



(Ash, Russell; Higton, Bernard (Comp.). Fábulas de Esopo. Tradução de Heloisa Jahn.

São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1990. p. 36.)































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