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domingo, 17 de abril de 2016

DENGUE - DIVERSAS ATIVDADES










Fonte: Página Educação e transformação

Ninho de cuco _ Simulado de português






OBS: Caso deseje copiar e colar em word, selecione o texto e formate do jeito que preferir


LEITURA E ESCRITA
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 6, leia o texto abaixo.

Ninho de Cuco
O cuco é o mais mafioso dos pássaros. Não gosta muito de trabalhar e adora ocupar o ninho dos outros.
Foi assim que, um dia, um pardal muito bondoso, emprestou o seu ninho para o cuco e pediu que, em troca, ele ficasse por algumas horas tomando conta da ninhada toda.
Saiu. Quando voltou, encontrou o cuco numa zorra danada, bagunçando seus ovinhos:
- Quer dizer que eu lhe empresto o ninho e você faz essa bagunça?
Ao que o cuco respondeu:
- Eu estou retribuindo a sua hospitalidade. Nós, cucos, somos assim mesmo: só posso ser como sou.
O pardal, cheio de raiva, deu uma bicada no cuco, que, ofendido, disse:
- Mas o que é isso, amigo?
E o pardal respondeu:
- Essa bicada é tudo o que eu lhe posso dar, no momento. Sinto muito, mas nós, pardais, somos organizados, e você e seu ovinho vão ter que cair fora do meu ninho.
E o cuco, bagunceiro, foi baixar noutro terreiro: mais precisamente no buraco vazio de um relógio, onde, desde então, dá duro para sobreviver trabalhando em turnos de meia hora.
Cuco-cuco-cuco!

(FRATE, Diléia. Histórias para acordar. Companhia das Letrinha



1. "Mas o que é isso, amigo?"
Na frase acima, a palavra grifada se refere ao

(A) cuco.
(B) pardal.
(C) relógio.
(D) ovinho.

2. Na frase "... encontrou o cuco numa zorra danada", a expressão grifada significa que o cuco estava

(A) fazendo pouco barulho.
(B) dormindo profundamente.
(C) chocando os ovinhos.
(D) desorganizando o ninho.

3. O título do texto é Ninho de Cuco porque

(A) o cuco se aproveita do ninho dos outros pássaros.
(B) o cuco constrói seu próprio ninho.
(C) o pardal dá seu ninho para o cuco.
(D) dentro de um relógio há um ninho de cuco.


4. O pardal brigou com o cuco porque o cuco

(A) não gosta de trabalhar.
(B) abandonou o ninho do pardal e foi para o relógio.
(C) bicou o pardal.
(D) bagunçou o ninho do pardal.

5. O que aconteceu ao cuco depois que foi expulso do ninho do pardal?

(A) Foi parar no terreiro.
(B) Foi para o seu ninho.
(C) Foi morar no relógio.
(D) Foi cantar no terreiro.


6. Na frase "E o cuco, bagunceiro, foi baixar noutro terreiro: mais precisamente no buraco vazio de um relógio...", qual a função dos dois pontos?

(A) Finalizar uma frase.
(B) Introduzir uma explicação.
(C) Interromper a frase.
(D) Destacar uma expressão.

Caixa de texto:
 LEITURA E ESCRITA
Caixa de texto:  Atenção: Para responder às questões de números 1 a 6, leia o texto abaixo.

Ninho de Cuco
http://www.tudodesenhos.com/uploads/images/14139/thumb_papais-passaros-e-filhotes-no-ninho.jpg
O cuco é o mais mafioso dos pássaros. Não gosta muito de trabalhar e adora ocupar o ninho dos outros.
Foi assim que, um dia, um pardal muito bondoso, emprestou o seu ninho para o cuco e pediu que, em troca, ele ficasse por algumas horas tomando conta da ninhada toda.
Saiu. Quando voltou, encontrou o cuco numa zorra danada, bagunçando seus ovinhos:
- Quer dizer que eu lhe empresto o ninho e você faz essa bagunça?
Ao que o cuco respondeu:
- Eu estou retribuindo a sua hospitalidade. Nós, cucos, somos assim mesmo: só posso ser como sou.
O pardal, cheio de raiva, deu uma bicada no cuco, que, ofendido, disse:
- Mas o que é isso, amigo?
E o pardal respondeu:
- Essa bicada é tudo o que eu lhe posso dar, no momento. Sinto muito, mas nós, pardais, somos organizados, e você e seu ovinho vão ter que cair fora do meu ninho.
E o cuco, bagunceiro, foi baixar noutro terreiro: mais precisamente no buraco vazio de um relógio, onde, desde então, dá duro para sobreviver trabalhando em turnos de meia hora.
Cuco-cuco-cuco!

(FRATE, Diléia. Histórias para acordar. Companhia das Letrinha


1. "Mas o que é isso, amigo?"
Na frase acima, a palavra grifada se refere ao

(A) cuco.
(B) pardal.
(C) relógio.
(D) ovinho.

2. Na frase "... encontrou o cuco numa zorra danada", a expressão grifada significa que o cuco estava

(A) fazendo pouco barulho.
(B) dormindo profundamente.
(C) chocando os ovinhos.
(D) desorganizando o ninho.

3. O título do texto é Ninho de Cuco porque

(A) o cuco se aproveita do ninho dos outros pássaros.
(B) o cuco constrói seu próprio ninho.
(C) o pardal dá seu ninho para o cuco.
(D) dentro de um relógio há um ninho de cuco.


4. O pardal brigou com o cuco porque o cuco

(A) não gosta de trabalhar.
(B) abandonou o ninho do pardal e foi para o relógio.
(C) bicou o pardal.
(D) bagunçou o ninho do pardal.

5. O que aconteceu ao cuco depois que foi expulso do ninho do pardal?

(A) Foi parar no terreiro.
(B) Foi para o seu ninho.
(C) Foi morar no relógio.
(D) Foi cantar no terreiro.


6. Na frase "E o cuco, bagunceiro, foi baixar noutro terreiro: mais precisamente no buraco vazio de um relógio...", qual a função dos dois pontos?

(A) Finalizar uma frase.
(B) Introduzir uma explicação.
(C) Interromper a frase.
(D) Destacar uma expressão.
 

sexta-feira, 15 de abril de 2016

O médico fantasma - Interpretação de texto de mistério / assombração

O médico-fantasma

            Esta história tem sido contada de pai para filho em uma cidade brasileira. Tudo começou numa noite de lua cheia de um sábado de verão.
Dois garotos conversavam sentados na varanda da casa de um deles.
― Você acredita em fantasma? ― perguntou o mais novo.
― Eu não! ― disse o outro.
― Acredita sim! ― insistiu o mais novo.
― Pode apostar que não ― replicou o outro.
― Tudo bem. Aposto minha bola de futebol que você não tem coragem de entrar no cemitério a noite.
― Ah, é? ― disse o garoto que fora desafiado. ― Pois então vamos já para o cemitério, que eu vou provar minha coragem.
            Assim, os dois garotos foram até a rua do cemitério. O portão estava fechado. O silêncio era profundo. Estava tão escuro... Eles começaram a sentir medo.
            Para ganhar a aposta, era preciso atravessar a rua e bater a mão no portão do cemitério. O garoto que tinha topado o desafio correu. Parou na frente do portão e começou a fazer caretas para o amigo. Depois se encostou no portão e tentou bater a mão nele. Foi quando percebeu que ela estava presa.
            ― Socorro! Alguém me ajude! ― ele gritou, desmaiando em seguida.
            Nisso, apareceu um velhinho vindo do fundo do cemitério, abriu o portão e chamou o outro menino.
            ― Seu amigo prendeu a manga da camisa no portão e desmaiou de medo. Coitadinho, pensou que algum fantasma o estivesse segurando.
            O garoto reparou que o velhinho era muito magro, quase transparente.
            ― Obrigado. Como é que o senhor se chama?
            ― Eu sou médico daqui. Vou acordar seu amigo.
            O velhinho passou a mão na cabeça do menino desmaiado e ele despertou no mesmo instante.
            ― Vão para casa, meus filhos ― ele disse. ― Já passou da hora de dormir.
            No dia seguinte, os meninos foram procurar o velhinho para agradecer-lhe a ajuda. Mas não o encontraram, nem no cemitério, nem em lugar nenhum. E foi assim que ambos perderam o medo de fantasma, quando perceberam que nem todos os seres misteriosos fazem o mal. Pelo contrário, podem até ajudar. Como aquele médico, que nunca mais apareceu.

                                                                       (História do Folclore brasileiro. Heloisa Prieto.
Lá vem história outra vez. Companhia das Letrinhas.)

Entendimento do texto
1) A história O médico-fantasma é um texto de medo. Justifique com duas características de história de suspense.
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2) Os dois garotos da história fizeram uma aposta. Qual seria o prêmio e o que um deles teria de fazer?
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3) Em sua opinião, os meninos da história foram corajosos? Por quê?
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4) Quando o garoto mais velho disse que não acreditava em fantasma, estava dizendo a verdade? Justifique sua resposta.
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5) Por que os garotos concluíram que o velhinho do cemitério era um fantasma?
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6) Você acha que o médico era realmente um fantasma? Justifique sua resposta, retirando do texto um trecho que confirme sua opinião.
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7) Por que a mão do garoto ficou presa no portão?
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8) O que será que o menino preso no portão do cemitério pensou quando não conseguiu se soltar?
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9) Você teria coragem para ir a um cemitério à meia-noite? Por quê?
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10) Você sentiu medo ao ler essa história? Justifique.
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11) Você conhece alguma história semelhante a essa?
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12) Assinale a alternativa correta:

a) No início do texto, onde estavam os personagens?
(     )Os garotos estavam na escola, brincando no recreio.
(     )Os garotos estavam na porta do cemitério.
(     ) Os garotos estavam sentados na varanda na casa de um deles.


b) Por que os meninos decidem ir ao cemitério?
(     ) Para acompanhar um enterro.
(     ) Devido a uma aposta que fizeram valendo uma bola de futebol.
(     ) devido a uma aposta que fizeram valendo uma bola de basquete.

c) O que era necessário para ganhar a aposta?
(     ) Atravessar a rua e bater a mão no portão do cemitério.
(     ) Atravessar a rua e entrar no cemitério.
(     ) Atravessar a rua e chamar pelos fantasmas pelo portão do cemitério.

d) Depois de se encostar no portão, o que aconteceu ao garoto?
(     ) Sua mão ficou presa no portão, mas ele conseguiu se soltar rapidamente.
(     ) Sua mão ficou presa, ele gritou e desmaiou em seguida.
(     ) Sua mão ficou presa, ele ficou mudo e desmaiou em seguida.
FIQUE SABENDO
         Nos narrativas de suspense alguns elementos contribuem para criar um clima de mistério e medo. Por exemplo:
  • Tempo: à noite, geralmente de lua cheia.
  • Personagem: há sempre um fantasma ou um ser misterioso.
  • Cenário: um cemitério ou algum local abandonado, escuro e assombrado.
 
 










13- Agora, nas linhas abaixo,  você dará continuidade ao texto modificando o final. Releia o texto e continue a partir do trecho do último parágrafo “No dia seguinte...”. Eles voltaram para casa? Será que eles conseguiram sair do cemitério naquela noite? O que poderia ter acontecido aos meninos quando voltaram ao cemitério? Seja criativo!!
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quarta-feira, 13 de abril de 2016

O médico fantasma - Heloisa Prieto Conto de assombração


O médico-fantasma
Esta história tem sido contada de pai para filho na cidade de Belém do Pará. Tudo começou numa noite de lua cheia de um sábado de verão. Dois garotos conversavam sentados na varanda da casa de um deles.
- Você acredita em fantasma? - perguntou o mais novo.
- Eu não! - disse o outro.
- Acredita sim! - insistiu o mais novo.
- Pode apostar que não - replicou o outro.
- Tudo bem. Aposto minha bola de futebol que você não tem coragem de entrar no cemitério à noite.
- Ah, é? - disse o garoto que fora desafiado. - Pois então vamos já para o cemitério, que vou provar minha coragem.
Assim, os dois garotos foram até a rua do cemitério. O portão estava fechado. O silêncio era profundo. Estava tão escuro... Eles começaram a sentir medo.
Para ganhar a aposta, era preciso atravessar a rua e bater a mão no portão do cemitério. O garoto que tinha topado o desafio correu. Parou na frente do portão e começou a fazer caretas para o amigo. Depois se encostou no portão e tentou bater a mão nele. Foi quando percebeu que a camiseta estava presa.
- Socorro! Alguém me ajude! - ele gritou, desmaiando em seguida.
Nisso, apareceu um velhinho vindo do fundo do cemitério, abriu o portão e chamou o outro menino.
- Seu amigo prendeu a manga da camisa no portão e desmaiou de medo. Coitadinho pensou que algum fantasma o estivesse segurando.
O garoto reparou que o velhinho era muito magro, quase transparente.
- Obrigado. Como é que o senhor se chama?
- Eu sou o médico daqui. Vou acordar seu amigo.
O velhinho passou a mão na cabeça do menino desmaiado e ele despertou no mesmo instante.
- Vão para casa meus filhos- ele disse. - Já passou da hora de dormir.
No dia seguinte, os meninos foram procurar o velhinho para agradecer-lhe a ajuda. Mas não o encontraram, nem no cemitério, nem em lugar nenhum.E foi assim que ambos perderam o medo de fantasma,quando perceberam que nem todos os seres misteriosos fazem o mal. Pelo contrário, podem até ajudar. Como aquele médico, que nunca mais apareceu.
PRIETO, Heloisa. Lá vem história outra vez - Contos do folclore mundial. São Paulo: Companhia das letrinhas, 1997.
Interpretação de texto – Elementos da narrativa
1)    Qual é o título do texto? Que outro título você daria?
R.: ___________________________________________________________________________
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2)    Esse é um texto narrativo, informativo, ou descritivo? Justifique.
R.: ___________________________________________________________________________
3)    Quantos e quais são os personagens do texto?
R.: ___________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
4)    Quem é o autor do texto?
R.: ___________________________________________________________________________
5)    Quantos parágrafos tem o texto? Enumere-os.
R.: ___________________________________________________________________________
     6) Onde ocorre todos os acontecimentos narrados no texto?
a) Rua                             b) Belém do Pará              c) Cemitério             d) casa assombrada

7)    Quem são os personagens que participam da  história?
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8)    A história narrada aconteceu em:
a)    Noite chuvosa        b) noite escura         c) noite de inverno       d) noite de lua cheia
9)    Esse texto é:
a)    Informativo           b) conto de assombração         c) fábula          d) notícia
10)  Qual foi o desfecho ( final) da narrativa? Copie aqui.
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11) Se algum amigo seu te desafiasse assim como no texto, você aceitaria? Justifique sua resposta.
R.: ___________________________________________________________________________
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12)   Reescreva o ultimo parágrafo do texto, criando um final diferente.
R.: ___________________________________________________________________________
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